ACESSE

25 de out de 2010

SEJA UM MISSIONÁRIO ONDE VOCÊ VIVE

Como ser um missionário em nome de Cristo no mundo atual?

Seja um missionário onde você vive

Jesus Cristo confiou à Igreja, 2000 anos atrás, a Missão de evangelizar todos os povos até os confins da terra. Devemos semear a Palavra de Deus em meio à indiferença e à violência, que tentam anular o bem já semeado em todo esse tempo.
O Papa João Paulo II nos fez um convite no início do novo milênio, que foi bastante explícito: “Duc in altum!” Vamos adiante, com esperança! Um novo milênio se abre diante da Igreja, como um oceano no qual devemos nos aventurar, com a ajuda de Cristo. O mandato Missionário nos introduziu ao terceiro milênio convidando-nos a manter o entusiasmo próprio dos primeiros cristãos: podemos contar com a força do próprio Espírito do Pentecostes (cfr Novo Millennio Ineunte, 58).
Ao longo dos séculos, a Missão da Igreja não foi fácil, muito menos isenta de obstáculos: foi sempre alimentada pelo sangue dos mártires, pelo sofrimento e privações dos Missionários, pelo sofrimento daqueles cristãos que, mesmo torturados, não renegaram sua fé.
A Igreja deve continuar a desempenhar sua tarefa Missionária de anunciar Jesus, único Salvador, convidando todos a reconciliar-se com Cristo. Hoje, somos chamados a ser Missionários e evangelizadores em um tempo marcado pela fragmentação dos valores, pelo pluralismo teológico e pelo conseqüente relativismo do problema da verdade. Mas este também é um tempo que manifesta a ação do Espírito Santo no meio de nós e que se abre às exigências da esperança e da solidariedade entre todos os homens de Boa Vontade.
Diante dessa realidade, como ser um Missionário em nome de Jesus Cristo no mundo atual?
A primeira resposta nos vem do Espírito Santo: acolhemos Cristo sem limites ou condicionamentos, aceitando corajosamente deixarmo-nos conquistar sem erguer muros de interesses humanos ou de egoísmo; em outras palavras, é preciso fazer com que Cristo viva e aja em nós. É preciso levar a todos os povos, o “Cristo Vivo e Vivido!” O Missionário, neste Terceiro Milênio, leva o Evangelho de Cristo a todos os povos e atua em uma situação mundial profundamente transformada em relação a poucas décadas atrás, hoje, o anúncio se faz em um contexto novo e díficil. É sob os olhos de todos que está a violência que sofrem os indefesos, são várias situações de morte em todos os lugares em que atuam nossos Missionários, como também o crescimento desenfreado da indústria do Aborto. Diante dessas situações, o Missionário contrapõe o anúncio do Evangelho de Cristo, que veio trazer a todos os homens a dignidade do filho de Deus, a plenitude da vida, no respeito e no amor.
O Missionário de hoje prega o Evangelho e a mensagem autêntica de Cristo com a sua pessoa, com o seu testemunho transforma as realidades ao seu redor.
São muitos e diversificados desafios enfrentados pelos Missionários, que procuram ser outro Cristo, levando a paz e a justiça aos homens. Diante da violência, Cristo responde com seu Evangelho, de forma autêntica e necessária aos nossos dias.
Em muitas nações, os católicos não chegam a 0,5%. Dos mais de 6 bilhões de pessoas que povoam a Terra, mais de dois terços ainda não conhecem Jesus Cristo, ou não O reconhece como Deus. Como recordou o Papa João Paulo II, estamos no início da evangelização. Diante dessa estatística, acredito que não conseguimos ficar indiferentes.
Você pode ser um missionário “Ad Gentes”, ir para além fronteiras, como eu, mas para você que não recebeu esse chamado de Deus, faço um convite: seja um missionário aí onde você vive. Seja um proclamador da Boa-Nova. Assuma que todo batizado é um missionário, o que difere são os campos de atuação de cada um.
Depois de 2000 anos a Igreja está sendo chamada a programar a obra Missionária como nos primeiros tempos. A evangelização encontra dificuldades objetivas, mas é confortada também por tantos sinais positivos que caracterizam a realidade Missionária e que são a prova palpável de um futuro pleno de esperança, que infunde em nossos corações.
Faça parte daqueles que querem construir o Reino de Deus, que querem implantar a Civilização do Amor neste Terceiro Milênio! Que são sementes de esperança e do amor de Deus num mundo tão carente de Deus!
Estamos juntos na mesma missão: resgatar almas pra Deus!

Marina Adamo

30 de set de 2010

REZAR,ORAR PARA VIVER

Rezar, orar para viver


 
 
Não devemos rezar só para nós mesmos.
 
 
 
 
 
 
Rezar não é só falar com Deus. É viver com Ele, por Ele e pelos irmãos. "Rezar é viver uma presença de amor em sua vida e fazer tudo por Deus", explica frei Patrício Sciadini em seu livro "Rezar é". Orar continuamente, sem cessar, foi ordem de Jesus aos Seus discípulos. Rezar é orar e trabalhar para o Reino de Deus, para acudir os pobres, os doentes, trabalhar pela justiça, exercer uma profissão e fazê-lo a serviço do próximo. Trabalhar assim é colocar a oração dentro da vida e fazer a vida uma oração.
O contato com Deus nos desintoxica da maldade e coloca a oração sempre dentro da vida. Nas palavras de frei Patrício: "Rezar é viver, é amar e deixar-se amar, é evangelizar, abandonar-se em Deus, cantar salmos, olhar os lírios do campo, ouvir os pássaros, desabafar o coração, dizer 'sim' e nunca dizer 'não' a Deus".
Na vida cristã, o nosso momento de estar a sós com Deus é na oração pessoal, assim como Jesus também o tinha. Mas a oração cristã não é um ato realizado apenas em benefício próprio, e sim, em benefício dos outros; não rezamos só para nós mesmos. Jesus, Maria e os grandes santos da Igreja sempre colocaram em suas orações a preocupação com os homens, pois, para o cristão, orar não é apenas contemplar a Deus, mas também orar pelo próximo, o que gera atitudes concretas de amor.
A oração é o que nos mantém vivos. Assim como a planta não cresce e não dá frutos se estiver exposta ao sol, também o coração humano não desabrocha para a vida se não tiver Deus. Quem não reza corre o risco de morrer internamente. Mais cedo ou mais tarde sentirá a falta de algo, como se fosse o ar para respirar, o calor para viver, a luz para ver, o alimento para crescer e sustentar-se. É como se lhe faltasse um objetivo para dar sentido à vida.
Santo Afonso de Liguori, fundador dos Redentoristas, dizia que "quem reza se salva e quem não reza se condena".
O corpo não vive sem alimento. A alma também não. Mas, na prática, notamos que a maioria dos cristãos parece não conhecer esta verdade. Quem mantém o controle de sua vida sabe como a oração lhe faz falta... bastam alguns dias sem oração para as tentações aumentarem e sair do caminho.
Para rezar, procure estar em silêncio dentro de si e ao seu redor. Não é sempre fácil criar esse ambiente [o silêncio], mas é no silêncio que Deus se manifesta e podemos ouvi-Lo.
Quanto mais rezamos, tanto mais temos vontade de rezar e de ajudar aqueles que sofrem. Ao contrário, quando rezamos pouco, menos queremos rezar.
Quem reza sente os frutos do Espírito que fazem a vida mais bela e mais harmoniosa.


(Artigo extraído do livro "Cristãos de atitude" – O caminho espiritual proposto por Dom Bosco, Editora Canção Nova).

Padre Mário Bonatti

20 de set de 2010

HUMILDADE

Humildade não significa ser menor do que se é.Vivemos numa sociedade que tem grande necessidade de escutar de novo a mensagem evangélica a respeito da humildade. A corrida para ocupar os primeiros lugares, quem sabe esmagando a cabeça dos outros, a competição desenfreada, o arrivismo e outras expressões de desequilíbrio, todas originadas no orgulho, são atitudes, por um lado, desprezadas e por outro, infelizmente, seguidas. O Evangelho tem força social quando fala de humildade e modéstia: “Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e voltou ao seu lugar. Disse aos discípulos: “Entendeis o que eu vos fiz? Vós me chamais de Mestre e Senhor; e dizeis bem, porque sou. Se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros” (Jo 13, 12-14). Tal espírito de serviço é destinado a fermentar as relações sociais com sadio realismo e coragem para estabelecer novos parâmetros no relacionamento humano.


Em tempos de política, pode parecer estranho falar de modéstia
 
 
Em tempo de intensa competição por cargos políticos, pode parecer estranho falar de humildade, pois a ordem do dia é mostrar as próprias qualidades em detrimento do comportamento “do outro lado”. Ao cristão cabe a coragem de nadar contra a correnteza, propondo e experimentando em si um comportamento diverso. A palavra "humildade" tem parentesco com "homem" e as duas derivam de "húmus", que significa "solo", "fecundidade". Humilde é aquele que está embaixo, perto do solo e, justamente por isso, se arrisca menos a perder o equilíbrio. Tem os pés firmes na terra! É, pois, “humano” ser humilde! A pessoa humilde não pretende ser maior nem menor do que realmente o é. A fecundidade de sua existência depende de se oferecer, em espírito de serviço, para realizar o que é capaz na direção do bem dos outros. A modéstia faz mais belos os dons que foram concedidos a cada um. Mas humildade e modéstia só combinam com o amor de caridade! Quem escolheu viver para amar na medida do amor de Deus aceita ser apoio para os outros com humildade, sem humilhação.
Para um pai ou uma mãe de família, humildade pode ser debruçar-se para escutar histórias de um filho, ir ao encontro do outro que faz mil perguntas desconcertantes, ou fecundar com um sorriso o final de um dia. No trabalho, esta virtude pode significar iniciativa e criatividade. Uma pessoa descobrirá na capacidade de escuta seu caminho de humildade. Outra, no campo desafiador da política, poderá diminuir a arrogância de muitos dos discursos e tornar-se mais realista e mais simples, abrindo-se para a colaboração dos outros, propondo com realismo os passos em vista de uma mudança social mais consistente.
Jesus foi ao encontro de todos. Nós O vemos conversando com jovens e velhos, publicanos e prostitutas, justos e pecadores ou convidado a tomar refeição em casa de um fariseu (Cf. Lc 14,1-14). Já nas bem-aventuranças começavam os convites aos pobres, aflitos, mansos de coração, famintos, perseguidos! Ao contar os detalhes daquela refeição, o Evangelista São Lucas abre o horizonte da compreensão do grande banquete escatológico a que Deus convida todos os homens e mulheres.
É ocasião para duas pequenas parábolas. Aos convidados, Jesus parece ensinar normas de etiqueta social, mas na realidade desnuda as intenções com as quais ali se encontravam, propondo-lhes a entrada da festa do Reino de Deus pela estrada do serviço, já que muitos queriam entrar com os privilégios de eventuais indicações privilegiadas. Ao dono da festa, Cristo esclarece que um gesto aparentemente magnânimo pode esconder interesses! Dá muito trabalho – a prática da virtude! – entender que será feliz quem fizer as coisas por absoluta gratuidade: “Serás feliz, porque eles não te podem retribuir” (Lc 14, 14).
Se existe entre nós muita competição e egoísmo, por outro lado, são muitos os testemunhos de pessoas gratuitas em seu relacionamento, gente alegre e feliz que dá tudo de si para o bem dos outros. Olhando ao nosso redor, veremos florescer esta magnífica espécie! São flores da virtude da humildade, daquela humildade das flores, que tiram da terra apenas e só aquilo que precisam para serem vivas e bonitas, como Deus nos quer!



Dom Alberto Taveira Corrêa


Arcebispo Metropolitano de Belém do Pará

5 de jul de 2010

ORAÇÃO DO ANGELUS

O "Angelus" é a oração Lauretana por excelência.(João Paulo II)
A lgreja costuma rezá-la às 6 de manhã, ao meio-dia e às 6 da tarde, as horas das "Ave Marias"

O Anjo do Senhor anunciou a Maria
E Ela concebeu do Espírito Santo
Ave Maria ...
Eis aqui a serva do Senhor
Faça-se em mim segundo a vossa palavra.
Ave Maria...
E o Verbo se fez carne
E habitou entre nós.
Ave Maria...
Rogai por nós Santa Mãe de Deus
Para que sejamos dignos das promessas de
Cristo
Oremos, infundi, Senhor, como vos pedimos,
a vossa graça em nossas almas, para que
nós, que pela anunciação do Anjo viemos ao
conhecimento da encarnação de Jesus
Cristo, vosso Filho, por sua paixão e morte
sejamos conduzidos à glória da ressurreição.
Pelo mesmo Cristo, Nosso Senhor.


Amém.

5 de jun de 2010

A FORÇA DO EXEMPLO



As crianças são como esponjas, se colocadas em água suja, absorverão. 





O exemplo é um forte elemento na educação das crianças. A família, os professores, os personagens das histórias a elas narradas e até mesmo os apresentadores dos programas infantis de televisão têm enorme responsabilidade sobre seus gestos e atitudes, cujas características são cuidadosamente apreendidas pelos pequenos. As crianças são como esponjas. Se colocadas em água suja, absorverão água suja. Quando colocadas em água limpa, absorverão água limpa. As crianças tendem a repetir aquilo que os adultos fazem. Muitas histórias servem de pretexto para que reflitamos sobre nossas atitudes diante de nossos filhos, alunos, pequenos aprendizes. É o caso desta pequena mensagem, cujo autor é desconhecido:
"A tigela de madeira"
Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos do velhinho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes. A família comia reunida à mesa. Mas as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de se alimentar. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, o leite era derramado na toalha da mesa.
O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. - “Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai”, disse o filho. - “Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão.” Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação. E desde que o velhinho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora passara a ser servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes, ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe dirigiam eram de admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou alimento cair ao chão.
O menino de quatro anos de idade assistia a tudo em silêncio. Numa noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança: - “O que você está fazendo?” O menino respondeu docemente: - “Ah! Estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem quando eu crescer”. O garoto sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que estes ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.
Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente o conduziu à mesa da família. Dali para frente e até o final de seus dias o senhor fez todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando o garfo caía, o leite era derramado ou a toalha da mesa ficasse suja.

Gabriel Chalita

25 de mai de 2010

FIQUEMOS ATENTOS ÀS VISITAS DE DEUS

DEUS esta em tudo que nos cerca

Graças a Deus a Divina Providência sempre se encarrega de nos instruir e nos socorrer em todas as nossas necessidades. Fiquemos atentos para perceber as visitas de Deus na nossa vida ao longo do dia, porque nas situações mais variadas o Senhor se manifesta a nós e nos surpreende com o Seu amor misericordioso. A Divina Providência vem ao nosso encontro, a cada momento, em forma de conselho, por meio do sorriso de uma criança, de um abraço, de um auxílio, de uma crítica… das formas mais inusitadas.
Por intermédio de uma das exortações do Santo Padre, o Papa Bento XVI, aos jovens de todas as idades, de zero a cento vinte anos, percebi que Deus falou comigo e me senti visitada por Ele: “Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o direito de vos falar durante estes dias. Abri as portas da vossa liberdade ao seu amor misericordioso. Apresentai as vossas alegrias e as vossas penas a Cristo, deixando que Ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com sua graça o vosso coração”.

Rezemos com fé: “É do Senhor que vem o que eu espero” (Sl 61,6).

Peçamos hoje ao Senhor a graça de estarmos atentos às Suas visitas na nossa vida.

Jesus, eu confio em Vós!

24 de mai de 2010

PENTECOSTES

Pe.Francinaldo celebrando PENTECOSTES.

Neste Domingo dia 23 de Maio, a paroquia de Santa Luzia de Carnaubais, celebrou o PENTECOSTES, na Igreja Matriz de carnaubais a participação da Comunidade muito grande, quase chegando a lotar a Igreja,  isso  nós alegra muito.
Nacelebração feita pelo Paróco Pe.Francinaldo Macario ele enfatizou sobre os doms que cada um recebe do Espirito Santo, e que devemos despertar cada vez mais para utilizalos para o bem de nossa Igreja catolica.
Há diversidades de dons,mas um mesmo é o Espirito.Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. Há difeentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos. Acada um é dada a maninfestação do espirito em vista do bem comum. ( 1 Cor 12,4-7).

18 de mai de 2010

O MAIOR SINAL DE QUE A VINDA DO SENHOR ESTA PROXIMA


O atual derramamento do Espírito Santo é sinal de que Jesus está prestes a voltar. Joel profetizou que, antes do grandioso e temível dia do Senhor, Ele derramaria o Seu Espírito sobre toda criatura, e isso está acontecendo no mundo inteiro.
Deus reunirá os Seus eleitos, aqueles que estiverem preparados como as moças previdentes da Sagrada Escritura. O Senhor recolherá dos quatro cantos da terra os Seus escolhidos.
Isso acontecerá! E nossa geração assistirá a tudo. Mas por que nossa geração? Porque já estamos percebendo o maior sinal de que a vinda do Senhor está próxima: nestes últimos trinta anos, Deus está derramando na face da terra o seu Espírito.
Nunca aconteceu um derramamento tão grande do Espírito Santo como o que presenciamos hoje. Em Pentecostes houve o grande derramamento, isso é indiscutível, mas, hoje, o Senhor está derramando o seu Espírito em toda a face da terra.

(Trecho do livro "Céus Novos e uma Terra Nova" de monsenhor Jonas Abib)

4 de mai de 2010

AS DUAS DIMENSÕES DA FAMÍLIA

 
O casal que reza junto não se separa diante das dificuldades

 

São Paulo diz que os maridos devem amar as suas esposas. Você está disposto a amar a sua esposa a ponto de se entregar por ela?

É dogma de fé que a Igreja é santa, nunca podemos dizer que a instituição criada por Cristo tem pecado, pois os pecados são dos filhos dela [Igreja], os pecados são nossos. E por que a Igreja é santa? Porque Cristo entregou-se por ela na cruz, para que ela fosse sem mácula.

Pela mentira o demônio quer destruir os casamentos, quando se mente para o marido ou para a esposa, você está dando ocasião para o maligno.

A porta por onde o demônio entra tem nome, se chama pecado, por isso o casal não pode pecar.

Quando o casal está unido no amor de Deus, ninguém o separa. O amor é que une o casal, São Paulo diz que o amor é paciente, é bondoso, não busca os próprios interesses, não acaba nunca, só o amor faz com que perdoemos uns aos outros até mesmo quando um errou com o outro.

É preciso que nos alimentemos do amor de Deus. E isso vai acontecer onde? Na Igreja, na Eucaristia, na oração, pois o casal que reza junto não se separa diante das dificuldades, pois tem forças para superar todos os problemas.

A família tem duas dimensões: a primeira dimensão é o “casal” e a segunda, são os “filhos”. A família é sagrada, ela não foi instituída por homem, por um papa, mas por Deus. Deus Pai quis dar uma ajuda adequada ao homem, por isso, deu-lhe a mulher como vemos no livro do Gênesis. A mulher foi a última criação do Senhor, foi o ápice da criação.

O Todo-poderoso quis que, na raiz da família, houvesse uma aliança e por essa razão os casais hoje trazem uma aliança em suas mãos. O Papa João Paulo II pedia: “casais cristãos sejam para o mundo um sinal do amor de Deus”, de forma que – quando os demais os [casais] virem superando os problemas existentes no mundo – possam ver o amor de Deus.

O Criador deseja que, através do sacramento do matrimônio, homem e mulher sejam uma só carne, que sejam um só coração, uma só alma, um só espírito. Infelizmente, existem pessoas que estão casadas há anos, porém, ainda não parecem estar casadas.

Falo também aos jovens: se você brincar com seu namoro, você já está destruindo seu casamento, pois ele [namoro] é o alicerce para um casamento, é a preparação, a parte mais demorada, mais difícil. O Papa lá em Sidney, na Austrália, pede ao jovens que aceitem o desafio de viver na castidade, pois um casal só pode se unir e ter uma relação sexual após o casamento, que é o tempo propício para isso.

Jovens cristãos, está na hora de dar uma lição ao mundo. Na África, onde a AIDS mais acontece, em Uganda eles conseguiram baixar [a AIDS] de 26% para 5% a contaminação da população do país, pois o presidente católico fez uma campanha para que vivessem o sexo somente no casamento, tantos os jovens como os casais já casados.

Hoje estão colocando máquinas de camisinha nas escolas para que os jovens as usem; porém, eu digo: ensine seu filho a não fazer isso, pois eles devem aprender que seus corpos são um templo santo e não podem viver como o mundo ensina.

O remédio não é empurrar os jovens para o sexo fácil, mas sim, viver a castidade!

30 de abr de 2010

COMUNICAÇÃO UM ATO DE ESCUTAR

No estabelecimento da comunicação inter-pessoal, alguns elementos são de grande importância para que a comunicação aconteça de forma coesa, como: o ato de ouvir o outro, tentar compreender os sinais, as sons emitidos na hora da verbalização das palavras, para que haja a interatividade, uma resposta, uma vez que as palavras exercem são carregadas de significados. É possível que construamos, edifiquemos, alegremos a vida de uma pessoa, mas é possível também pode acontecer o contrário.
Ouvir é um valor, uma atitude que nos dias atuais está perdendo a sua importância e seu significado, uma vez que a sociedade de modo geral caminha dividida em busca de realizações e ideais diferentes.
A comunicação se constrói, se realizar nos pequenos gestos, também com o espírito ousado, ou seja, o forte desejo de expressar algo de positivo, externalização dos sentimentos sejam eles positivos ou negativos.Em todos os momentos da vida, queremos nos realizar como pessoa, ser feliz. É verdade que algumas vezes chegamos a desistir, de tudo aquilo que estávamos construindo, pois circunstâncias a levam a isso.
A vida em si é uma expressão de comunicação, pois acreditamos ser essa, resultado de uma experiência de amor. Desta forma, a comunicação perpassa por todas as esferas da vida, das nossas realizações. Sem esta comunicação é quase que impossível viver, pois ela esta inerente as diferentes ações e relações dos diferenciados graus.
No processo da comunicação é importante lembrarmos sempre da atitude de ouvir, em meio às diversas interpelações que surgem no dia - a – dia. Ouvir é também questão de se auto-disciplinar, pois nós muitas das vezes estamos acostumados somente a falar, a querer dar respostas para tudo.
A comunicação é uma necessidade que faz parte do ser humano, constituído de suas complexidades. É preciso que haja o processo de libertação de tudo aquilo que se torna resistência e, sobretudo, impedindo o gesto de ser humilde, ter a capacidade de olhar e de reconhecer no outro o valor que tem a comunicação.

A nossa comunicação só será de qualidade quando usarmos da atitude humana que deve nos acompanhar todos os dias de nossas vidas: o escutar, a palavra escutar parece não tem significado, é aí que nos enganamos. Eu posso dar uma resposta feliz ou infeliz, após um momento de escuta. Só irei ser capaz de compreender o outro quando eu for capaz de compreender a mim mesmo como pessoa, aceitando as minhas limitações, tudo aquilo que às vezes não é identificado com minha pessoa.

Por: Alcides Alves
Seminarista da Diocese de Santarém-Pará.
Estudante de Filosofia e Ciências da Religião.

O SENHOR É A BÊNÇÃO DA MINHA FAMÍLIA

Muitas famílias tem dificuldades, pedras e espinhos para enfrentar, mas nós precisamos elogiar e enaltecer mais a nossa família, porque somos homens e mulheres de fé, e cremos na Palavra de Deus que nos garante: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua família' (Atos 16,31). Vamos assumir o compromisso hoje de falarmos bem da nossa família e dizer que ela é um presente, é uma benção de Deus, e enquanto tantos jogam pedras na família, nós aplaudimos a célula mãe da sociedade, criada por Deus.
Em Mateus 28,16-20 diz:“Os onze discípulos foram para a Galiléia, para a montanha que Jesus lhes tinha designado. Quando o viram, adoraram-no; entretanto, alguns hesitavam ainda. Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.”
Deus fala a todo instante, mas fomos nós que paramos de ouvir, Ele fala quando choramos e quando sorrimos, quando as coisas dão certo ou não, mas nós nem sempre ouvimos, porque nos falta abrir os ouvidos e o coração para o sopro e o vento do Espírito. E o Senhor está dizendo a nós hoje que a nossa família é uma bênção.
Hoje é o dia do Bom Pastor e pedimos a Ele que cuide das nossas famílias e retire tudo aquilo que não é bom, que Jesus o Bom Pastor escute os gemidos inefáveis da nossa alma. Quando um pai ou uma mãe diz não ao seu filho é porque quer o bem, e nós queremos o bem da nossa família, e só vamos ajuda-la mais quando começarmos a acreditar verdadeiramente que a nossa família é uma bênção de Deus.
Ainda que você dissesse que a sua família está de "pernas para o ar", mesmo assim eu te respondo que a sua família é uma bênção de Deus, e quanto mais você acreditar, e proclamar que ela é uma bênção, então você verá as muralhas caindo, as portas se abrindo, vai perceber e escutar a voz de Deus falando no seu coração. Porque, o que é de Deus, ninguém rouba ou destrói. A família não será destruída porque Jesus Cristo ressuscitou e está no meio dela, Ele vive na família e por isso ela é uma bênção de Deus.
A nossa família se torna uma bênção cada vez mais, quando adoramos a Jesus ressuscitado. É a adoração que traz a bênção para os nossos familiares, é a nossa oração que vai transformar o coração até mesmo daqueles da nossa casa que não querem saber de rezar. Por isso a nossa oração deve ser constante, nos tempos de fartura e nos tempos de penúria. A sua perseverança vai arrancar de Deus aquilo que você está precisando para a sua família. Quando amamos fazemos até quando estamos sem vontade.
Nada é mais importante que a Santa Missa. Então, cansados ou não, nós vamos à Missa porque isso é uma prova de amor a Jesus Cristo. Não deixe de ir às Santa Missa, principalmente se você está com muitas outras opções na sua agenda, até com a cabeça cheia de problemas, pois, é na fidelidade que a sua família vai se tornando uma bênção de Deus.
É adorando o Senhor que vamos conseguir a bênção que estamos precisando. E a Palavra diz que alguns tiveram dúvida. Veja, há muitas pessoas na nossa família que também resistem, e não acreditam. Mas você precisa ser fiel, porque o Senhor disse também: “Eis que estarei convosco até o fim dos tempos”. Você não está sozinho porque Jesus cumpre sempre as suas promessas.
Transcrição e adaptação Célia Grego

22 de abr de 2010

Encontro pessoal com Jesus transforma a vida de uma jovem




O não conhecimento da Palavra de Deus leva muitos a cometer atos que, conscientes da vontade divina, jamais os fariam. Luiza Lura, em meio ao desespero, na busca de amor, andou por caminhos obscuros das falsas religiões. Sem resposta, por várias vezes, ela tentou o suicídio, fez um aborto e na tentativa de fazer o segundo, foi tocada por um Deus que ela acreditava ser um derrotado por ter morrido numa cruz. Este mesmo Senhor salva-lhe a vida e também a de seu filho.
Este encontro com Jesus mudou a sua vida, e na Canção Nova encontrou sustento para a caminhada através das palestras do monsenhor Jonas Abib e do saudoso padre Léo, que a ajudaram no conhecimento da Verdade. Aos trinta anos de idade, Luiza exerce a sua profissão de advogada no Estado de São Paulo (SP), onde ela mora com o seu filho e a família. Como sócia desta obra de Deus, ela testemunha os milagres que Deus realizou na sua vida e agradece àqueles que foram canal da providência para que o Evangelho chegasse até ela.
“Olá, internautas! Meu nome é Luiza Lura, eu participo de uma equipe missionária chamada Regina Apostolorum e eu gostaria de, em breves palavras, falar daquilo que Deus fez na minha vida – através da intercessão de Nossa Senhora – de conhecer Jesus ressuscitado.
Infelizmente, eu não tive a graça de conhecer o Senhor na infância, então, até os meus 17 anos eu me envolvi no ocultismo e em falsas doutrinas e tive uma vida muito desorientada. Tive uma vida sexual desregrada por não viver na minha família o amor de Deus, tinha necessidade desse amor fora de casa, procurava-o nas criaturas e continuava aquele vazio. Cheguei a ponto de, duas vezes, tentar o suicídio.
Em um desses relacionamentos que eu tive antes de conhecer o Senhor, eu fiquei grávida e, infelizmente, eu optei pelo aborto. Porque eu não sabia, não tinha consciência de que não era apenas um feto, era uma vida e, infelizmente, matei aquela criança.
No entanto, como eu não conhecia a Palavra do Senhor, que em Mateus, capítulo 22,29, diz: 'Errais não conhecendo as Escrituras e o poder de Deus'. Mais uma vez eu fiquei grávida e tomei remédios abortivos. Quando eu tomei os remédios, os efeitos começaram a acontecer na madrugada e eu tive muita hemorragia e quase morri naquela noite. Eu me lembrei de Nossa Senhora, mesmo indo a outras seitas eu sempre rezava o terço e pedia a intercessão dela, mesmo não acreditando que Jesus Cristo era Deus, porque, para mim, Ele era um derrotado, pois Ele havia morrido numa cruz. Eu não entendia como um Deus poderia ter morrido numa cruz.
Então, pedindo a intercessão de Nossa Senhora, me lembrei de que ela era Mãe, por isso pedi que, se Jesus realmente existisse, que Ele fizesse um milagre na minha vida, porque eu já não estava mais conseguindo suportar aquela dor e a hemorragia. E justamente por uma graça miraculosa o sangue começou a estancar e a dor cessou.
Depois eu fui conversar com o rapaz a quem eu namorava e voltamos à clínica onde eu tinha feito o primeiro aborto e o médico disse que o feto estava corrompido e que era preciso fazer outro aborto. Mas eu tinha prometido, tinha feito um voto com Jesus que se Ele realmente existisse que não me deixasse morrer naquela situação humilhante, para que meus pais não vissem a desgraça que eu estava fazendo na minha vida.
Por eu ter feito este voto com Deus e ter tido essa experiência com Jesus Cristo de que Ele realmente existia, porque Ele me livrou da morte naquela madrugada, foi justamente o motivo pelo qual eu não fui fazer o aborto no dia marcado. Lembrando-me justamente da promessa que eu havia feito a Deus, eu fiquei trancada no banheiro pedindo-Lhe que me ajudasse, porque eu sabia que iria pagar um preço muito alto, o meu namorado não iria mais querer ficar comigo e talvez a criança nascesse com algum problema (mesmo porque o médico dizia que se eu não fizesse o aborto, eu poderia ter infecção generalizada e poderia morrer).
Nessa tarde, um amigo veio em casa e bateu à porta, foi a única pessoa com quem eu conversei, porque momentos antes o pai dessa criança veio em casa e, muito revoltado, disse que iria embora se não fôssemos para a clínica. Eu disse que não iria, então ele pegou as coisas e realmente foi embora e eu nunca mais tive contato com ele naquele período. E esse meu amigo apareceu na minha casa naquela tarde e disse: 'Eu tenho uma palavra para você'. Só que ele não sabia que eu tinha pedido: 'Jesus, se existe uma porta para mim, se existe uma solução para a minha vida, que eu possa entrar por essa porta. Me ajuda, Jesus!'
E este meu amigo disse que tinha tido uma experiência com Jesus e Ele disse que havia uma solução para a minha vida e que ela estava na Igreja Católica. Eu comecei a rir, porque eu não acreditava que era possível, porque mesmo indo a falsas doutrinas eu também frequentava a igreja, mas eu não conhecia a verdade.
Então eu resolvi fazer a experiência naquele dia e fui à igreja com a minha mãe. Quando nós entramos tivemos uma profunda experiência com o Espírito Santo de Deus e o padre foi usado por Deus com o dom de ciência. Ele dizia: “Uma jovem que está aqui hoje pediu a Deus um sinal, pediu que se abrisse uma porta. E você pediu bem, porque esta é a porta pela qual você deveria entrar e dela você não sairá mais: que é a Igreja Católica, fundada por Jesus Cristo, porque Ele está vivo e reina".
JESUS APONTA O CAMINHO DA COMUNIDADE

 Saibamos compreender que precisamos lutar pela unidade de fé


Pedro negou Jesus três vezes, três vezes ele havia sido levado a professar o seu amor e três vezes o Cristo ressuscitado apareceu a ele. Tudo isso aconteceu para reforçar a missão que ele deveria abraçar, pois Jesus confere a ele o cuidado supremo do rebanho. Este pastoreio deve assemelhar-se ao de Cristo, que entregou a vida pelas Suas ovelhas. Cristo escolheu Pedro para assumir Seu lugar de Pastor.
O amor é sempre uma mensagem universal que pode atingir todas as culturas, raças e ideologias, pois é a aplicação mais profunda do homem, que o capacita a tornar-se testemunha de Deus.
As comunidades cristãs, quando não assumem o projeto de Jesus, entram em crise interna e externamente não conseguem sentir a força do Espírito de Jesus, que as anima e se esforçam inutilmente na missão que procuram desenvolver. Contudo, as comunidades que procuram praticar a vontade de Deus não se importam com os sofrimentos e torturas. Pelo contrário, sentem-se felizes em poder partilhar a mesma sorte de Cristo.
Entretanto, corremos sempre o risco de perder as forças e a identidade. É aí que a certeza de que Jesus Cristo é o Senhor da história gera novas esperanças e impulsiona a ação.
O amor que Jesus exige é uma experiência nova, diferente e única. Trata-se da presença de Cristo ressuscitado, que atua por meio do serviço aos homens e ao mundo, tendo em vista a unidade.
Essa dinâmica, criada pelo Senhor para os apóstolos e para todos nós, permite entender que o amor significa seguir a Cristo, possibilitando a distinção entre o que há de autêntico e falso na vida.
Que todos nós fiéis católicos saibamos compreender que precisamos lutar pela unidade de fé e, realizando o amor, nos dediquemos à iniciativa de servir. Servir dentro da família, servir na comunidade, servir a todos na construção de um mundo melhor, sem preconceitos, mas com aceitação das dificuldades do pecador para que ele seja recuperado com caridade e decência, para viver no seguimento de Jesus.
Que Deus nos ajude nesse bom propósito!


Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora(MG)